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A residência teve seu projeto inicial em 1966, mas foram feitas algumas reformas nos anos de 1984, 1994 e 1996. A moradora seria mãe do arquiteto Ruy Ohtake, a renomada artístia plástica Tomie Ohtake.

O briefing era um local que fosse uma residência, mas ao mesmo tempo tivesse um espaço de trabalho, mais especificadamente um atelier.

Em 1966, houve a construção inicial com os seguintes espaços: refeição, galeria, estar, um jardim de 16x20m, estúdio e atelier, fora os quartos, a cozinha e a área de serviço. Todos esses ambientes foram integrados e cobertos por uma laje de concreto exposta, nervurada a cada 1,20m com vigas curvas, apoiada em dois muros laterais. O piso foi executado em concreto texturizado e as paredes em blocos de concreto pintados ou encerados. Algumas peças de seu mobiliário também foram feitas em concreto.

Em 1984 e 1994, dois terrenos laterais foram acrescentados, totalizando uma área de 1200 metros quadrados.

Com isso, a cozinha e a sala de de refeição foram para o novo espaço e foram agregados mais dois novos espaços, uma bibioteca e um acervo de gravuras da artista.

Na segunda reforma foi construído um novo atelier, agora com o pé direito maior e uma vasta iluminação natural, obtida graças a um domus central.

Em 1996, o ateliê foi novamente ampliado. Essas reformas procuraram sempre seguir a mesma linha arquitetônica. A área construída ocupa cerca de 750 m² do terreno.

Prêmio:

1971 Prêmio Carlos Millan, Instituto dos Arquitetos do Brasil

Uso

habitação

Cidade

São Paulo

Arquiteto

Ruy Ohtake

Fotógrafo